Tal qual uma ciranda, cada passo, um novo ângulo. Volta e meia estamos em outro lugar. Volta e meia, no lugar do outro. Vai… Vem… Entreolhamos… Erramos… Aprendemos… Sorrimos… Cantamos… Um novo giro começa.
Coreografando as palavras desta breve, poética e dançante história, Hugo descondiciona nosso olhar sobre a paternidade unindo, como em um cortejo, a cultura e os afetos para nos darmos conta da beleza e da rara chance de construirmos laços com o que verdadeiramente importa na vida.